Mostrando postagens com marcador UJC-Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador UJC-Brasil. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

sábado, 1 de maio de 2010

Primeiro de Maio

Primeiro de Maio:

Contra a Crise do Capital, é a hora da luta pelo Socialismo

(Nota Política do PCB)

Nesse 1º de Maio de 2010, dia internacional de luta, o Partido Comunista Brasileiro saúda todos os trabalhadores. Trata-se de um 1º de Maio especial, pois ocorre após a grave crise que atingiu a economia capitalista em todo o mundo. Os governos e Estados capitalistas reagiram ajudando com enormes somas de dinheiro público, grandes empresas financeiras e industriais. Os trabalhadores, por seu lado, amargaram o desemprego e o aumento da miséria. Dados do próprio FMI indicam que 53 milhões de crianças em todo o mundo poderão morrer por causa dos efeitos da crise.

Enquanto os Estados capitalistas em todo o mundo agiram para salvar os lucros das grandes empresas, os trabalhadores se debateram com o desemprego. Quem ficou na produção e não foi degolado pelo facão das demissões em massa, sente na pele o aumento da exploração, pois as empresas tentam recuperar os níveis de produtividade com um número menor de trabalhadores.

No Brasil o governo Lula não agiu diferente. Concedeu empréstimos a grandes empresas e diminuiu imposto como o IPI para desovar os estoques que estavam encalhados por causa da superprodução. Porém, a crise só foi atenuada para a burguesia. Para os trabalhadores e aposentados nenhuma medida significativa foi tomada. O aumento do consumo se baseia no endividamento privado, em que o crédito consignado garante aos bancos o desconto direto nos salários, sem qualquer risco de inadimplência.

No governo Lula, as frações mais financeirizadas do capital, determinam uma política juros altos que beneficia os detentores dos títulos da dívida pública. A prioridade do governo Lula no que tange aos gastos do governo é o de remunerar os títulos públicos, que consome cerca de 1/3 do orçamento, enquanto políticas públicas como saúde, educação e habitação ficam a mingua. O mesmo vale para as aposentadorias e pensões, com reajustes menores para quem ganha mais de um salário mínimo. Essa política de cortar gastos nas áreas sociais para favorecer os detentores dos títulos públicos, está por trás das recentes tragédias que mataram centenas de trabalhadores no Rio de Janeiro e São Paulo, por causa das enchentes e deslizamentos de terra. Sem uma política habitacional de Estado, com o governo Lula jogando o atendimento dessa demanda para atender os interesses do mercado imobiliário, os setores mais pobres da classe trabalhadora são obrigados a morar em áreas consideradas de risco. Tanto os governo de Serra (PSDB) e Kassab (DEM) em São Paulo, como os governos de Eduardo Paes e Sérgio Cabral no Rio de Janeiro, ambos do PMDB, assim como outros pelo Brasil à fora, cortaram as verbas públicas que poderiam evitar tais tragédias.

Enquanto a propaganda oficial mostra um país que vai às mil maravilhas, a verdade é que as massas trabalhadoras vivem dias de incerteza e insegurança. Nas grandes cidades brasileiras, além de viverem em condições de vida indignas, sem acesso a políticas públicas que universalizem o acesso à educação e a saúde de qualidade, por exemplo, a juventude negra e pobre é vítima da violência do narcotráfico e da polícia. No campo crescem as denúncias de trabalhadores vivendo em condições análogas à da escravidão. A concentração de renda no meio rural brasileiro é a segunda maior do mundo, perdendo apenas para a Namíbia, pequeno país africano. Como o governo Lula acomodou os interesses do grande capital exportador no bloco conservador, o incentivo ao agronegócio amplia a concentração de terra e se torna a causa direta pela não realização da Reforma Agrária no Brasil.

Para o PCB, a saída para essa situação passa pela retomada da organização e das lutas dos trabalhadores brasileiros. Uma luta que em nossa opinião não passa pelo apoio a um novo ciclo de desenvolvimento capitalista. Os problemas mais sentidos pelas massas trabalhadoras no Brasil não é resultado de um baixo desenvolvimento do capitalismo, mas, ao contrário, pelo alto grau de desenvolvimento do capitalismo em nosso país. Nesse sentido, o PCB entende que a retomada das lutas dos trabalhadores brasileiros, passa pela formação de uma frente Anti-Capitalista e Anti-Imperialista, capaz não só de dirigir as lutas, mas também, de construir um movimento contra-hegemônico que dispute a consciência dos trabalhadores para a luta pelo socialismo.

No plano sindical, o PCB luta pelo fortalecimento da Intersindical (Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora), como espaço capaz de aglutinar o sindicalismo classista e combativo e que realizará em 13, 14 e 15 de novembro seu Encontro Nacional.

Por fim, pelo caráter internacionalista do 1º de Maio, o PCB se solidariza com a luta dos povos em todo o mundo contra o imperialismo e o capitalismo. Declaramos nosso irrestrito apoio à Revolução Cubana e às suas conquistas. Declaramos também nosso apoio ao povo do Haiti, exigindo a retirada de todas as tropas estrangeiras do país, incluindo as do Brasil.

Rio de Janeiro, 1º de Maio de 2010.

Comissão Política Nacional do PCB

quinta-feira, 1 de abril de 2010

TAXA DE INSCRIÇÃO

V CONGRESSO NACIONAL DA UJC
TAXA DE INSCRIÇÃO
A Coordenação Nacional da UJC informa que o valor da TAXA DE INSCRIÇÃO dos Delegados e Suplentes ao V Congresso Nacional da UJC é R$10,00 (DEZ REAISs) e que cada refeição custará R$3,00 por pessoa.

sexta-feira, 26 de março de 2010

COMUNICADO 005 – V CONGRESSO NACIONAL DA UJC
JOSÉ MONTENEGRO LIMA
02, 03 E 04 DE ABRIL DE 2010 – GOIÂNIA – GOIÁS
I – PROGRAMAÇÃO DO SEMINÁRIO INTERNACIONAL DA UJC:
Dia 01 de Abril de 2010.
Seminário Internacional de Educação, Extensão e Universidade Popular
Realização : União da Juventude Comunista, Diretório Central dos Estudantes da UFG, Projeto de Extensão Popular Comunidade Faz Arte e Casa da América Latina.
Apoio : SBPC- Regional Goiás , ANDES - Regional Goiás , Faculdade de Educação - UFG, UFG - 50 anos .
Local : Faculdade de Educação da UFG - Goiânia-GO
08:30 – Abertura com a presença dos representantes das entidades organizadoras, da UFG, da Faculdade de Educação e representantes internacionais.
09:00 – 13:00 - As lutas pela Universidade Popular no contexto Internacional
Almoço
15:00 – 19:00 - A Extensão Popular e a construção da Universidade Popular no Brasil.
20:00 – Atividade Cultural. II - ORIENTAÇÕES OPERACIONAIS DO V CONGRESSO DA UJC
A – O Congresso Nacional da UJC será realizado na Faculdade de Educação da UFG, com o seguinte endereço:
Rua 235, sn - Setor Universitário - Goiânia - Goiás - Brasil CEP: 74605-050 - Telefone: (62) 3209-6212 - Fax: (62) 3521-1879
B – Os Camaradas e convidados deverão levar: colchonete, roupas de cama. Terá área para montar barraca. C – O preço do Restaurante Universitário será R$3,00 a refeição. D – Aqueles que vierem de ônibus deverão fazer o seguinte trajeto: pegar o ônibus 180 (T. Rec. Bosque / Centro / St. Universitário - Via Maria Dilce) e descer na Praça Universitária, onde se localiza a Faculdade de Educação da UFG. E – Quem chegar pelo aeroporto deverá fazer o seguinte trajeto: pegar o ônibus 258 (Circular Aeroporto / Centro - Via St. Jaó) e descer na Praça Cívica. Da Praça Cívica, deverá descer até a Rua 10, em frente a Catedral Metropolitana e pegar o ônibus 401 (Circular - Via Pç. Walter Santos), descendo na Praça Universitária, onde fica a Faculdade de Educação. F – Abaixo, os telefones dos Camadas da UJC e do PCB em Goiás: Paulo Maskote: (62) 84571067 João Victor: (62) 81319835 / (62) 32096311 Fernando Viana: (62) 85091220 Leandro Viana: (62) 85441020 DCE/UFG: (62) 35211255 III –LISTA DE DELEGADOS, CONTRIBUIÇÕES E SISTEMATIZAÇÃO As Coordenações Estaduais da UJC e/ou os responsáveis devem enviar em caráter de urgência para os e-mails ujcbrasil@yahoo.com.br, tuliodlopes@yahoo.com.br e heitor.pcb@hotmail.com os seguintes informes e documentos:
A – Lista dos delegados e suplentes ao V Congresso Nacional da UJC.
B – Listagem dos convidados dos estados.
C – Relatoria do Congresso Estadual.
D – Balanço das Coordenações Estaduais.
E – Sistematização das propostas ao V Congresso Nacional da UJC.
F – Contribuições textuais, artigos e outros documentos. COORDENAÇÃO GERAL DA UJC-BRASIL
RIO DE JANEIRO, 25 DE MARÇO DE 2010
WWW.UNIAODAJUVENTUDECOMUNISTA.BLOGSPOT.COM

segunda-feira, 15 de março de 2010

V Congresso Nacional da UJC

PROGRAMAÇÃO AO V CONGRESSO NACIONAL DA UJC

Dia 01 de Abril de 2010 Seminário Internacional 09:00 – 13:00 - As lutas pela Universidade Popular no contexto internacional 13:00 - 15:00 - Almoço 15:00 – 19:00 - A Extensão Popular e a construção da Universidade Popular no Brasil. 20:00 – Atividade Cultural.
Dia 02 de Abril de 2010
09:00 – 12:00 – Recepção, alojamento e Credenciamento dos delegados, suplentes e convidados.
12:00 - 14:00 - Almoço 14:00 Mesa de Abertura (eleição das comissões operacionais e comissões auxiliares, aprovação de regimento) 15:00 –18:00 – Painéis e Grupos de debates sobre as teses 19:00 – Ato Público de abertura ao V Congresso Nacional da UJC
Dia 03 de Abril de 2010 09:00 – 13:00 Painéis e Grupos de Debates sobre as teses 13:00 - 15:00 - Almoço 15:00 Início da Plenária Final Noite - Atividade Cultural.
Dia 04 de Abril de 2010 09:00 Plenária Final e Eleição da Coordenação Nacional 13:00 Mesa de Encerramento e posse da Coordenação Nacional. 13:30 Fim do Congresso

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Nota Política da Coordenação Nacional da UJC - Brasil

UNIÃO DA JUVENTUDE COMUNISTA

Fundada em 1º de agosto de 1927

www.uniaodajuventudecomunista.blogspot.com

NOTA POLÍTICA DA UNIÃO DA JUVENTUDE COMUNISTA – BRASIL

A Coordenação Nacional da União da Juventude Comunista – UJC apresenta para a juventude brasileira, para o conjunto de sua militância, simpatizantes, amigos e aliados uma análise sobre a conjuntura e as lutas da juventude e aponta os eixos de atuação política da UJC para os seis próximos meses que antecedem o V Congresso Nacional da UJC - BRASIL.

A crise continua!

Os impactos da Crise Econômica Mundial acarretam para os trabalhadores e a juventude a perca de direitos, desemprego e o aumento da violência. A Crise continua! E cada vez mais é sentida com o aumento do número de pessoas que passam fome no mundo. Obama segue os planos de Bush dando continuidade a invasão militar dos Estados Unidos e aliados no Iraque e no Afeganistão, ameaçando uma Guerra na península Coreana e no Irã, além de manter o apoio a Israel inviabilizando a criação de um Estado Palestino. Promovendo a guerra em larga escala ainda foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz, quem sabe isso o tenha incentivado a enviar mais 30 mil soldados ianques para o Afeganistão para “pacificar” as lutas da resistência.

Como ressalta a Declaração Política do XIVº Congresso do PCB: “A crise demonstra de maneira cristalina a necessidade de os povos se contraporem à barbárie capitalista e buscarem alternativas para a construção de uma nova sociabilidade humana. Em todo o mundo, com destaque para a América Latina, os povos vêm resistindo e buscando construir projetos alternativos baseados na mobilização popular, procurando seguir o exemplo de luta da heróica Cuba, que ficará na história como um marco da resistência de um povo contra o imperialismo”.

Na América Latina, verifica-se uma crescente rejeição, por parte dos partidos de esquerda, das organizações dos trabalhadores, da juventude, dos movimentos sociais e populares, dos governos da Venezuela, do Equador, de Cuba Socialista e da Bolívia, ao projeto de Álvaro Uribe de favorecer a ampliação das bases militares dos Estados Unidos na Colômbia. Somadas a reativação da Quarta-Frota militar no Atlântico Sul e ao repleto histórico de intervenções políticas e militares na região, as bases militares podem cumprir o papel de fomentar um conflito armado na região ameaçando os países que hoje se contrapõem aos ditames de Washington como Cuba, Equador, Bolívia e Venezuela. A defesa estratégica do Pré-sal, da Amazônia e do Aquífero Guarani faz parte da luta contra o imperialismo.

O golpe militar em Honduras que culminou na deposição do presidente Manuel Zelaya foi uma clara ação contra a construção da Alternativa Bolivariana para os povos da Nossa América (ALBA). A UJC parabeniza e presta apoio militante a iniciativas concretas de solidariedade internacionalista como a da Casa da América Latina que colaboram para a concretização de ações efetivas junto aos movimentos sociais e populares, partidos e organizações políticas hondurenhas com o objetivo de denunciar e colaborar para a retomada do mandato do presidente Manuel Zelaya e a realização de uma constituinte naquele país.

Nossa resposta é a luta!

Uma pauta importante que se apresenta para os trabalhadores e a juventude do Brasil é o debate político sobre o PRÉ-SAL. Os petroleiros em conjunto com os movimentos sociais e populares e a juventude constroem a nível nacional a campanha O PETRÓLEO TEM QUE SER NOSSO! A UJC convoca a juventude brasileira a participar dessa importante campanha nacional envolvendo suas entidades, associações e organizações na construção dos Comitês, ações e mobilizações da campanha. Continuamos firme na denuncia dos leilões criminosos promovidos pela Agência Nacional do Petróleo (Presidida pelo PcdoB) que fatia e vende as riquezas petrolíferas para a iniciativa privada. Defendemos a realização de um plebiscito para termos uma nova Lei do Petróleo que extinga a ANP, acabe com os leilões das bacias petrolíferas, retome o monopólio estatal do petróleo e aponte para a Reestatização da Petrobrás sob o controle dos trabalhadores. Somente desta forma podemos preservar a soberania nacional e assegurar que os extraordinários recursos financeiros que serão gerados pelo pré-sal sejam usados para a solução dos graves problemas sociais brasileiros e não para fortalecer o imperialismo e dar mais lucros ao grande capital.

A crescente criminalização dos movimentos sociais e os assassinatos de militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST são ações preocupantes que devem ser respondidas com o reforço nas ações de solidariedade e apoio militante ao MST. Entendemos que essa ofensiva contra o conjunto dos movimentos sociais, intensificada na criminalização do MST, é nitidamente uma iniciativa dos setores políticos mais conservadores do país, que hoje fazem parte inclusive do Governo Lula.

A UJC vem participando das mobilizações unitárias em conjunto com o PCB e a INTERSINDICAL que estão ocorrendo no Brasil defendendo que os ricos paguem pela CRI$E. Mas também denunciamos aqueles que sob a bandeira da unidade tentam conduzir os movimentos sociais, sindicais e de juventudes ao pacto social, agora “justificado" pela crise. A UJC fortalecerá as ações unitárias, mas buscará construir agendas próprias ou integrando campos progressistas, que identificam na crise questões inerentes do capitalismo. No Brasil defendemos a construção de uma FRENTE ANTICAPITALISTA E ANTIIMPERIALISTA, na perspectiva da formação de um Bloco Revolucionário do Proletariado que aglutine forças na luta pelo socialismo, que vá muito além de meras disputas eleitorais.

Seguimos lutando e criando!

A UJC retomou de forma regular sua participação junto a Federação Mundial das Juventudes Democráticas - FMJD fortalecendo a unidade das organizações de juventudes comunistas e revolucionárias no cenário internacional na luta contra o imperialismo e pelo socialismo. Além da participação no último Festival a UJC vem participando ativamente de reuniões, encontros e seminários da FMJD que ocorrem na América Latina.

Estivemos presentes no Conselho Geral da FMJD em Havana (CUBA) e na reunião regional da FMJD em Santiago (Chile) e vamos construir e participar do XVIIº Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes em 2010 alçando bem alto a bandeira do socialismo.

A UJC esta buscando estreitar cada vez mais seus laços de apoio e solidariedade com suas organizações amigas. O Congresso da Juventude Comunista da Venezuela – JCV realizado no final do mês de agosto do corrente ano sinalizou um importante acúmulo de experiências de lutas importantes para o conjunto das organizações de juventudes comunistas e da esquerda. Saudamos os 80 anos de fundação da Juventude Comunista do Equador – JCE. Compreendemos a importância e o compromisso revolucionário desta organização para o avanço da luta pelo socialismo no Equador e no mundo. Em setembro estivemos novamente presentes no Congresso da Juventude Comunista Paraguaia – JCP, organização com a qual aprofundamos as relações de solidariedade e internacionalismo, avançando nas lutas conjuntas pela soberania energética do Paraguai e na luta contra o latifúndio em nossos países.

A juventude trabalhadora é uma parcela da classe trabalhadora que sofre diretamente com a precarização, o desemprego e outras mazelas do capitalismo. A UJC vem acumulando experiências de organização e luta na organização dos jovens trabalhadores. Seguimos construindo a INTERSINDICAL e impulsionaremos a campanha NENHUM DIREITO A MENOS! AVANÇAR RUMO A NOVAS CONQUISTAS! Entre a juventude trabalhadora. A Coordenação Nacional da UJC convoca seus militantes da Frente de Jovens Trabalhadores a garantir a participação na Plenária Nacional da INTERSINDICAL nos dias 28 e 29 de novembro em Santos-SP, onde iremos realizar uma reunião nacional dos jovens trabalhadores ligados a UJC.

A UJC convoca seus militantes, amigos e simpatizantes a participação no processo de mobilização para a construção de um Seminário Nacional de Reorganização do Movimento Estudantil Secundarista durante o 38º Congresso da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas. A UBES que se destacou nos anos 90 na campanha pelo Fora Collor hoje atua em parceria com o ex-presidente na defesa das políticas compensatórias e focalizadas do governo Lula. Vamos participar do próximo congresso da UBES organizando os estudantes secundaristas e suas entidades de base (Grêmios) em cada estabelecimento de ensino com o objetivo de retomar o importante papel de mobilização e luta do movimento estudantil secundarista brasileiro. Movimento Estudantil Universitário

A destacada atuação unitária das Juventudes Comunistas do Fórum de Unidade dos Comunistas durante o último congresso da União Nacional dos Estudantes através da chapa POR UMA UNIVERSIDADE POPULAR marcou um passo importante no rumo de uma proposta de reorganização da UNE e da construção de um bloco no movimento estudantil brasileiro que prioriza o debate estratégico da construção da Universidade Popular em detrimento da disputa por cargos na direção da UNE e da opção por construir entidades paralelas. Não compartilhamos da visão idealista de que o movimento estudantil, em forte crise, será reorganizado por cima, através de criação de novas entidades, mas sim através de uma forte mobilização envolvendo o conjunto dos estudantes, em torno de propostas e programas claros de uma reestruturação do ME.

A União da Juventude Comunista vem reforçando sua atuação política em importantes universidades do país. Nossa participação nos processos eleitorais das entidades estudantis e nos congressos estudantis das universidades, não é um fim em si mesmo e sim uma possibilidade de potencializarmos o papel de organização e luta dos estudantes a partir do fortalecimento de suas entidades. Para tal, nos processos eleitorais e congressos que participamos buscamos construir um campo político que se contraponha aos campos governistas e paute o debate estratégico da construção da Universidade Popular.

Na UFG vencemos novamente as eleições para a gestão do DCE, enfrentando o boicote patrocinado pelas correntes governistas e a postura sectária de um setor do movimento. CRIAR, CRIAR, A UNIVERSIDADE POPULAR! Foi a palavra de ordem cantada na última ocupação de reitoria.

Em São Paulo mantemos nossa participação na construção do DCE da UNIFESP e estimulamos a organização do Movimento pela base, nos cursos, através dos Centros e Diretórios Acadêmicos e do movimento estudantil de área. Fortalecemos nossa atuação no Movimento Estudantil de Área, contribuindo com formulações no tocante a temas relacionados a saúde pública. Na USP TODO CARNAVAL TEM SEU FIM! É o nome de nossa chapa composta por militantes da UJC e estudantes independentes. Desde a ocupação da reitoria em 2007 ampliamos e qualificamos nossa intervenção política. A USP vem sofrendo vários ataques do Governo de José Serra, as mobilizações dos professores, técnicos administrativos e estudantes cresceram nos últimos anos.

No estado de Minas Gerais apoiamos a mobilização dos trabalhadores da Universidade Estadual de Minas Gerais contra o Governo Aécio Neves e estamos nos preparando para uma disputa contra a juventude do PSDB nas eleições para o Diretório Acadêmico da Faculdade de Educação - UEMG. Na UFMG após um processo eleitoral despolitizado e marcado por manobras políticas anti-democráticas que inviabilizaram nossa participação enquanto chapa e garantiu a vitória do campo governista,faz-se necessário a recomposição do campo de oposição a direção do DCE. Seguimos defendendo a realização de um Congresso dos Estudantes da UFMG para que neste congresso o movimento estudantil organizado possa construir uma plataforma de lutas pautada pela construção da UNIVERSIDADE POPULAR.

Na UERJ não participamos do processo eleitoral e denunciamos o acordo feito entre setores governistas com um setor da esquerda que constrói uma nova entidade. Retomamos nossa atuação na UERJ e somamos força na construção de um campo de oposição ao Governo de Sérgio Cabral.

Em Pernambuco participamos ativamente do Congresso dos Estudantes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) debatendo e combatendo posicionamentos anarcóides e pós-modernos que apontam para o fim das entidades estudantis. Na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) a cobrança de taxas é uma constante – seja na matrícula, no histórico escolar ou mesmo na expedição da 1º via do diploma de graduação. Enquanto militantes comunistas e defensores de um modelo educacional crítico e libertador, não aceitamos tal absurdo silenciosamente. É o nosso papel a organização dos estudantes para lutar contra as cobranças de taxas em universidades públicas e lutar pela construção de uma educação comprometida com as transformações necessárias e revolucionárias em nossa sociedade.

Na UFRGS, apoiamos a CHAPA 2 buscando manter o DCE na resistência aos ataques do Governo de Yeda Crusius a universidade e aos movimentos sociais. Na UFSM participamos da construção uma importante referência de esquerda no ME, que mesmo derrotada nas eleições para o DCE, politizou o debate e criou uma alternativa política de esquerda junto aos estudantes. Fortalecemos ainda nossa atuação na UFSC, denunciamos as manobras antidemocráticas feitas no Conselho de Entidades de Base e seguimos atuando em parceria com os movimentos sociais e pautando o debate estratégico da Universidade Popular.

A UJC esta retomando sua atuação no movimento de área fazendo o debate sobre as questões pertinentes a formação profissional na perspectiva da luta contra-hegemônica em relação ao capital. Participamos neste ano de vários encontros e buscaremos ampliar nossa participação nas executivas e federações de cursos, nos conselhos regionais e nacionais de entidades e no Fórum de Executiva e Federações de Cursos.

Os coletivos e núcleos de cultura da UJC estão desenvolvendo importantes atividades de cunho político e cultural pelo país. O Bloco Comuna que pariu! se prepara para sair novamente no carnaval do Rio de Janeiro, em Goiás o debate sobre Cultura Popular ganha cada vez mais fôlego, em Brasília a experiência do Teatro do Oprimido vem ampliando seus horizontes, Sábados vermelhos, Sexta Popular de Cultura e shows com bandas alternativas, são importantes experiências, que também levantam as bandeiras da União Juventude Comunista em diversos estados do país.

Ampliamos o núcleo da UJC em Cuba, denominado Carlos Marighela, que organiza estudantes brasileiros da Escola Latino-Americana de Medicina e da Escola Internacional Salvador Allende. Os jovens comunistas que estudam e vivem em Cuba, contribuem na construção do Socialismo na Ilha e nas lutas contra o Bloqueio e pela Liberdade dos 5 Heróis Cubanos.

Saudamos a realização do XIVº Congresso Nacional do Partido Comunista Brasileiro – PCB, organização da qual surge a União da Juventude Comunista e a qual a UJC possui vínculos políticos-ideológicos inquebrantáveis. A reconstrução revolucionária do PCB é uma conquista para a juventude e classe trabalhadora do Brasil e do mundo e nesses marcos, a própria reorganização da UJC em 2005, foi e é uma parte importante.

Construir o V Congresso: tarefa dos jovens comunistas

A Coordenação Nacional da UJC convoca seus militantes a começarem desde já os preparativos para o V Congresso Nacional da União da Juventude Comunista que se realizará nos dias 02, 03 e 04 de abril de 2010, na cidade de Goiânia/GO. O reforço na construção política e material da organização, a participação nas lutas políticas da juventude brasileira e a atenção na consecução das tarefas e objetivos traçados são peças fundamentais na consolidação da UJC a nível nacional como organização da juventude comunista na luta pelo socialismo no Brasil e no mundo.

A UJC mais do que nunca escreve em suas bandeiras e flâmulas: Fomos, Somos e Seremos Comunistas.

Viva a União da Juventude Comunista!

Viva o V Congresso Nacional da UJC!

COORDENAÇÃO NACIONAL DA UNIÃO DA JUVENTUDE COMUNISTA

Rio de Janeiro – RJ – Brasil – Novembro de 2009

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

ATO PÚBLICO NO CONSULADO DE HONDURAS - RIO DE JANEIRO

PELA VOLTA DE MANUEL ZELAYA À PRESIDÊNCIA DE HONDURAS FORA GOLPISTAS - PELO FIM DA REPRESSÃO ATO PÚBLICO DIA 23 de setembro (quarta-feira, às 14 horas)
As organizações políticas e sociais abaixo assinadas convocam para um ATO PÚBLICO na porta do prédio onde está localizado o Consulado de Honduras no Rio de Janeiro (Av. N. S. de Copacabana, 1183), neste 23 de setembro (quarta-feira, às 14 horas). Via Campesina, ANEL, Associação Americana de Juristas, Associação Cultural José Marti, Casa da América Latina, CECAC – Centro Cultural Antonio Carlos Carvalho, CMP, Comitê da Palestina, Conlutas, Consulta Popular, IDDH, Intersindical, Jubileu Sul Brasil, Morena – Círculos Bolivarianos, MST – Movimento dos Trabalhadores sem Terra, MTD, Núcleo Socialista de Campo Grande, PACS, PCB, PSOL, PSTU, UJC.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

PRÉ SAL

EDITORIAL DO BRASIL DE FATO
Desafios da luta em defesa do petróleo
3 de setembro de 2009
O governo anunciou no dia 31 de agosto o marco regulatório do petróleo extraído da camada pré-sal. Segundo o presidente Lula, representa "um novo dia da independência para o Brasil". É verdade que, com o pré-sal, o Brasil entrou para o time dos maiores portadores de reservas, o que altera sua posição na geopolítica do petróleo, na economia mundial e a relação com o imperialismo. Portanto, o presente e o futuro da nação passam pela discussão sobre o controle do petróleo, ainda mais nesse momento de crise estrutural do capitalismo. O novo marco regulatório do pré-sal guarda expectativas, angústias e sonhos desde o anúncio das descobertas das reservas. Os setores privatistas tinham a expectativa de manter o mercado aberto e uma boa previsão de margem de lucro, no que foram acolhidos. O povo sonhava com o prenúncio de um futuro de esperança. E foi contemplado em parte, com a iniciativa de um fundo soberano para dívidas sociais e a partilha como forma de apropriar da renda. Ou seja, uma proposta que quer conciliar interesses antagônicos. É verdade que a proposta do governo Lula supera o modelo privatista e entreguista adotado por FHC, que representava o controle privado sobre as jazidas do petróleo, com a quebra do monopólio da união, previsto na Constituição. A iniciativa de criação de uma empresa sob controle total da união, a Petrosal, e o contrato de partilha de produção representam a ampliação do papel do Estado no setor. No entanto, as portas continuam abertas para as petroleiras privadas internacionais, que não estão insatisfeitas com as mudanças, mas preferem a manutenção do modelo neoliberal. O modelo não foge do padrão de busca da conciliação de classes do governo Lula. Por isso, está longe de garantir o controle sobre o petróleo e a destinação social da renda obtida com a exploração e comercialização. A partir de agora, a proposta apresentada pelo governo será discutida em um Congresso desmoralizado, sem legitimidade e controlado pelos interesses da classe dominante. A tendência é que o projeto saia do Parlamento com um peso maior da sua face privada, diminuindo os avanços em relação ao modelo anterior. O PSDB, o DEM E o PPS anunciaram que vão tentar derrotar os projetos, defendendo que o pré-sal seja explorado no modelo de FHC. Não admitem os avanços do novo marco e temem o uso eleitoral pelo governo. De forma oportunista, antinacional e antipopular, que caracteriza a burguesia brasileira, defendem o pior modelo para explorar a maior riqueza do país. As empresas petrolíferas admitem uma maior participação do Estado no setor, desde que as regras sejam estáveis e claras, garantindo o investimento privado. Portanto, não devem se colocar contra o projeto do governo, mas devem apresentar emendas para ampliar ainda mais suas participações. Não podemos abrir concessões nem partilhar com interesses privados uma riqueza como o petróleo, que pode mudar a história do nosso país. Precisamos de um modelo para o setor que seja público, por monopólio do Estado, que preserve os recursos exclusivamente para resolver os problemas sociais de todos os brasileiros. Esse deve ser o norte da campanha "O petróleo tem que ser nosso", que representa um esforço de construção de uma campanha nacional que tenha condições de sustentar um modelo popular e nacional para o petróleo e abrir as portas para a construção de um projeto popular para o país. Portanto, as cartas estão na mesa e a campanha entra em um novo estágio. O projeto de lei alternativo apresentado na semana passada ao Congresso representa o acúmulo dos movimentos sociais, centrais sindicais e entidades de petroleiros. A campanha "O petróleo tem que ser nosso" enfrentou diversos obstáculos, como acompanhar o ritmo e as propostas do governo, a fragmentação da esquerda, além das diferenças entre os petroleiros. Apesar disso, conseguiu chegar ao consenso em relação ao nome, à linha e ao instrumento de trabalho popular. No entanto, mais do que defender o projeto de lei da campanha, é preciso fazer um amplo debate com a sociedade sobre o destino da renda do petróleo, o porcentual da partilha dos contratos e a retomada das áreas já leiloadas. O modelo de contrato mais adequado seria o de prestação de serviços, utilizado em países de grande produção, que não contam com uma empresa totalmente estatal para a exploração e contratam empresas, que recebem uma remuneração pelo trabalho realizado. E ponto. Toda produção é do Estado. A opção pelo modelo de partilha, mais avançada que as concessões, é um atraso em relação a medidas que poderiam assegurar o interesse do povo. Mesmo assim, uma bandeira popular passa a ser a destinação do piso de 90% do petróleo produzido na partilha para o Estado, com a operação realizada pela Petrobras. Precisamos também abrir a discussão sobre a manutenção dos contratos em blocos do petróleo já leiloados, que não se sustentam diante do interesse popular e da soberania nacional. Manter o controle privado sobre os blocos leiloados sobre o pré-sal, que representam 28% do total, é um crime de lesa-pátria. A luta em defesa do petróleo enfrentará uma batalha decisiva no Congresso Nacional e, independente do resultado, não pode terminar com a aprovação ou rejeição do novo marco regulatório. A construção de um projeto popular, que atenda as necessidades do povo e garanta o desenvolvimento com justiça social, está casada com a defesa dos recursos naturais e não vai deixar de ser uma bandeira das organizações da classe trabalhadora por seu caráter estratégico.

Seminário Internacional "Crise Mundial do Capitalismo. Juventude e Revolução"

DECLARACIÓN CONJUNTA
Las organizaciones juveniles latinoamericanas, reunidas en el marco del Seminario Juvenil Internacional “Crisis Mundial del Capitalismo. Juventud y Revolución” y el XI Congreso Nacional de la Juventud Comunista de Venezuela, presentamos a la opinión pública la siguiente Declaración Conjunta: 1. El establecimiento de 7 bases militares estadounidenses en territorio colombiano, representa una afrenta a los anhelos de liberación de los pueblos de la América Latina y el Caribe. El imperialismo norteamericano, frente a la crisis económica que debilita su posición hegemónica en la política mundial, recurre a su maquinaria militar a los fines de mantener, por la vía de la violencia y la capacidad de fuego, su posición como nación dominante del sistema capitalista mundial. En este sentido, denunciamos que la estrategia de establecer nuevos enclaves militares en la región, obedece no al trillado argumento de la lucha contra el narcotráfico y el terrorismo, como señalan, sino a la implementación de los proyectos expansionistas del imperialismo norteamericano en el continente, que aspira agenciarse el control de recursos naturales y energéticos estratégicos existentes y para lo cual le es indispensable en primer lugar contener el avance de los procesos de liberación nacional en el hemisferio. 2. El reforzamiento de la presencia militar norteamericana en Colombia, agudizará la grave crisis humanitaria que vive ese país. Denunciamos a esta oligarquía y al imperialismo como los principales responsables de la implementación en gran escala de la “Política de Seguridad Democrática” contra el pueblo y la juventud progresista de Colombia, que ha producido cinco millones de desplazados, el asesinato de 500 dirigentes sindicales y dos mil asesinatos de jóvenes haciéndolos pasar por guerrilleros muertos en combate (falsos positivos). Llamamos a todas las fuerzas juveniles, democráticas y populares a desarrollar acciones enérgicas en solidaridad con el pueblo colombiano. Abogamos por la búsqueda de la solución negociada del conflicto interno que ha vivido ese país hermano por más de 60 años. Solución que puede lograrse mediante la acción popular a nivel nacional e internacional con la participación protagónica de las juventudes democráticas y revolucionarias. 3. Denunciamos que estas bases militares y las existentes en todo el hemisferio constituyen una grave amenaza a la paz y a la estabilidad de toda la región Latinoamericana y Caribeña. Las clases dominantes en EEUU, en su afán de mantener la influencia política y económica en lo que sigue concibiendo como su patio trasero, no dudará en convertir el territorio colombiano en el epicentro de las acciones de agresión, como ya ha estado ocurriendo, para golpear la Revolución Bolivariana, los procesos de transformación en Ecuador y Bolivia e impedir a toda costa la concreción de la Unidad de los pueblos latinoamericanos. 4. Las bases militares gringas enclavadas en la región tienen como objetivo principal el control sobre nuestras riquezas, destruir el ALBA, criminalizar las luchas populares y servir de puntal de apoyo a los planes de las oligarquías nacionales para liquidar los procesos de transformaciones profundas que viven los países que la integran. A estos objetivos se prestan los actuales gobiernos de Colombia, México y Perú, fundamentalmente. 5. En este sentido las y los jóvenes del continente exigimos el retiro de toda base militar imperialista de nuestra región y de la IV Flota, así como ratificamos nuestro compromiso de lucha contra la política guerrerista y de hostigamiento que por siglos ha mantenido el imperialismo contra nuestros pueblos. 6. Queremos expresar nuestra solidaridad con la resistencia del combativo pueblo de Honduras y su juventud, que luchan incansablemente contra la feroz dictadura impuesta por la oligarquía de ese país, apoyada por el imperialismo norteamericano. Exigimos la restitución del Presidente Manuel Zelaya y convocamos al movimiento juvenil continental a redoblar las acciones de solidaridad internacional. 7. Llamamos a los movimientos juveniles y estudiantiles de la región a articularnos para impulsar una gran Campaña Continental por la Paz, el respeto a la soberanía de los pueblos, el derecho a la autodeterminación y por el fin de la injerencia militar yanqui en Latinoamérica. Es el momento en que la juventud de nuestra América se movilice y asuma acciones más enérgicas en defensa de nuestra Patria Grande Latinoamericana y Caribeña. 8. Creemos que el avance de la democracia y la paz en Latinoamérica y el Caribe, exigen el desarrollo intenso de acuerdos que garanticen la seguridad colectiva en el ámbito militar, para neutralizar las acciones desestabilizadoras y expansionistas del imperialismo. 9. Saludamos la iniciativa de creación de las bases para la paz en las fronteras y llamamos a la más amplia unidad y movilización continental de todas y todos los jóvenes a fin de impedir las agresiones que se ciernen sobre nuestros pueblos. ¡LLAMAMOS A TODA LA JUVENTUD LATINOAMERICANA Y CARIBEÑA A LA MÁS AMPLIA UNIDAD ANTIMPERIALISTA Y AL COMBATE CONTRA LA INJERENCIA POLÍTICA Y MILITAR DEL GOBIERNO DE EEUU Y LAS OLIGARQUÍAS CRIOLLAS!! ¡QUE LA JUVENTUD DEL CONTINENTE SE MOVILICE CONTRA LA GUERRA, POR LA PAZ, LA SOBERANÍA Y LA LIBERACIÓN NACIONAL DE LAS GARRAS IMPERIALISTAS! ¡CONVOCAMOS A LA JORNADA CONTINENTAL CONTRA LA PRESENCIA DE BASES MILITARES GRINGAS EN LATINOAMÉRICA Y EL CARIBE, SIMULTÁNEAMENTE EL PRÓXIMO 9 DE SEPTIEMBRE! Juventud Comunista Colombia (JUCO) Juventud del Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional (JFMLN) de El Salvador Juventud Comunista Avanzando (JCA) de Brasil Jóvenes por el Socialismo (JPS) de México Juventud Comunista del Ecuador (JCE) Juventud del Partido Socialista Unido de Venezuela (JPSUV) Juventud Comunista de Venezuela (JCV) 25 de agosto de 2009 Caracas, República Bolivariana de Venezuela

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

sábado, 1 de agosto de 2009

UJC - 82 anos de Luta!

A União da Juventude Comunista comemora os seus 82 anos de luta!
Hoje, 01 de agosto de 2009, a UJC-Brasil comemora 82 anos. E, comemora no melhor estilo de uma jovem organização comunista: na luta pelo socialismo! Entre as atividades comemorativas dos 82 anos de luta da UJC destaca-se: No Rio de Janeiro - Um debate sobre a UNIVERSIDADE POPULAR com os camaradas Eduardo Serra (Professor da UFRJ e membro do Comitê Central do Partido Comunista Brasileiro), Marcos Botelho (Jovem Trabalhador e Servidor da UFRJ), Heitor César (Professor e membro da Coordenação Nacional da UJC) e Luis Fernandes (Estudante universitário e membro da coordenação estadual da UJC). Após o debate a pauta é uma confraternização - um churrasco de aniversário da UJC no Bar 'Estação do Noel'. Segue abaixo um texto sobre os 82 anos de luta da organização União da Juventude Comunista 82 anos 1927 – 1º de agosto – 2009 Organizar, estudar e lutar! Há 82 anos alguns jovens comunistas reuniam-se na cidade do Rio de Janeiro com um objetivo em comum: construir uma organização que fosse capaz de organizar, formar politicamente e mobilizar para as lutas a juventude trabalhadora, dos setores populares, jovens brasileiros e brasileiras explorados, oprimidos, que buscassem no socialismo uma alternativa real a sociedade capitalista.Em 1927, aqueles jovens que possuíam um sonho, uma utopia, mal sabiam que 82 anos depois, a UJC seguiria viva, atuante e firme na luta pelo socialismo.Mal sabiam eles, que a UJC cumpriria um papel fundamental na organização da juventude trabalhadora brasileira na luta contra o nazi-fascimo e que a UJC seria protagonista na criação da União Nacional dos Estudantes.Mal sabiam eles que a UJC levantaria a bandeira pela campanha do Petróleo é Nosso! Uma das maiores conquistas de nosso povo. Também não tinham idéia, aqueles jovens de 1927, que a UJC formaria militantes, como um José Montenegro de Lima, que de peito aberto engajaram-se na heróica resistência contra a Ditadura Militar.Os comunistas de 1927 mal poderiam saber que a UJC lutaria pela redemocratização do Brasil. E tampouco poderiam esperar que a UJC seria afetada pela queda do Muro de Berlim e do Bloco Soviético, sofrendo todas as conseqüências da avalanche neoliberal dos anos 90. Como não poderiam prever que em pleno século XXI, a UJC, reorganizada, se apresentaria como uma das principais organizações da juventude trabalhadora e popular do Brasil.Os jovens comunistas de 1927 não podiam prever tantas coisas. Mas do sonho daqueles jovens forjou-se uma organização revolucionária, de fundamental importância na história e nas conquistas da juventude brasileira.Neste ano de 2009 comemoramos 82 anos da UJC. 82 anos de lutas, de ousadia, de coragem, de militantes e heróis que marcaram de forma decisiva a construção do processo revolucionário no Brasil.Os jovens comunistas de 2009 celebram este passado glorioso com os olhos no futuro, e fazendo aquilo que caracterizou a UJC em toda sua história, lutando incansavelmente pelo socialismo.Nossas tarefas hoje trazem consigo o que aqueles jovens comunistas de 1927 propuseram: Organizar a juventude trabalhadora brasileira, Estudar mais e cada vez mais para compreender a realidade de nosso povo, e Lutar pela Revolução Socialista, na perspectiva da sociedade comunista.As nossas bandeiras carregam os sonhos de milhares de jovens brasileiros que nos últimos 82 anos dedicaram-se na construção da União da Juventude Comunista. Temos um passado que é de glória, um presente que é de luta, e um futuro que será de vitória!
VIVA OS 82 ANOS DA UNIÃO DA JUVENTUDE COMUNISTA! VIVA A LUTA REVOLUCIONÁRIA! VIVA O SOCIALISMO!