quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Partidão!

PCB NA TV:
NESTA QUINTA-FEIRA
Dia 1º de outubro (quinta-feira)
De 20:30 às 20:35 h
- Crise do capitalismo e atualidade do socialismo;
- Frente anti-capitalista;- Reestatização da Petrobrás;
- União da Juventude Comunista;
- XIV Congresso Nacional do PCB;
- Solidariedade Internacional.
Pronunciamentos de Ivan Pinheiro (Secretário Geral), Mauro Iasi (Comitê Central), militantes e convidados.
- cadeia nacional de TV aberta: de 20:30 às 20:35;
- cadeia nacional de rádio: de 20:00 às 20:05 h

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Só vitórias! O começo de muitas.

DCE/UFG tem nova direção e a UJC esta presente!
Depois de um processo intenso de campanha eleitoral, finalmente nesta madrugada foi divulgado pela Comissão Eleitoral o resultado oficial das eleições do DCE/UFG. Com 2988 votos a Chapa “AVANÇAR NA LUTA”, composta por estudantes independentes e militantes da UJC, será a nova gestão do DCE/UFG. A Chapa “OUTROS MAIOS VIRÃO” formada por militantes do PSTU e independentes obteve 508 votos. Obviamente esse resultado é acima de tudo um reconhecimento dos mais de 2988 estudantes que vem nestes 03 anos acreditando numa Universidade Popular e na forma de construção dos comunistas. Com coordenação do Camarada Leandro Viana da Ciências Sociais, os Comunistas que militam no DCE terão muitos dias de lutas. PARABÉNS AOS CAMARADAS DO DCE/UFG. CONSTRUIR A UNIVERSIDADE POPULAR SE FAZ NECESSÁRIO!
João Victor Coordenador Estadual da UJC em Goiás Goiânia, 24 de setembro de 2009

ATO PÚBLICO NO CONSULADO DE HONDURAS - RIO DE JANEIRO

PELA VOLTA DE MANUEL ZELAYA À PRESIDÊNCIA DE HONDURAS FORA GOLPISTAS - PELO FIM DA REPRESSÃO ATO PÚBLICO DIA 23 de setembro (quarta-feira, às 14 horas)
As organizações políticas e sociais abaixo assinadas convocam para um ATO PÚBLICO na porta do prédio onde está localizado o Consulado de Honduras no Rio de Janeiro (Av. N. S. de Copacabana, 1183), neste 23 de setembro (quarta-feira, às 14 horas). Via Campesina, ANEL, Associação Americana de Juristas, Associação Cultural José Marti, Casa da América Latina, CECAC – Centro Cultural Antonio Carlos Carvalho, CMP, Comitê da Palestina, Conlutas, Consulta Popular, IDDH, Intersindical, Jubileu Sul Brasil, Morena – Círculos Bolivarianos, MST – Movimento dos Trabalhadores sem Terra, MTD, Núcleo Socialista de Campo Grande, PACS, PCB, PSOL, PSTU, UJC.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

NOTA DA FMJD

DECLARAÇÃO SOBRE HONDURAS A FederaçãoMundial das Juventudes Democráticas recebeu com muito agrado a noticia sobre o regresso do legítimo Presidente Manuel Zelaya ao seu país depois de haver sido destituido ilegitimamente em um golpe de estado orquestrado pela oligarquia fascista hondurenha com o apoio do Império estadunidense que vem sendo cumplice desde o primeiro momento deste monstruoso acontecimento que só trouxe sofrimento e dor ao povo hondurenho.
Hoje os jovens do mundo vemos com muita preocupação como o governo imperialista do senhor Obama em um duplo discurso demagogicamente hipócrita, retomando o uso da força, apoiando este golpe como vem sendo reconhecido com provas refutáveis que o demonstram e a ampliação do militarismo na América Latina e no caribe, em um momento no qual os EUA perde sua influência política na região que vive um grande processo de transformação que disse um basta ao imperialismo.
A Federação Mundial das Juventudes Democráticas reafirma seu apoio ao regresso do Presidente Zelaya, expressa sua solidariedade com os jovens e todo o povo hondurenho que vem mantendo-se heroicamente nas ruas lutando pelos seus direitos e convoca a todas as organizações membro, amigas e a toda a juventude progressista do mundo a expressar nosso apoio ao povo hondurenho, em todos os espaços possíveis e exigir ao governo imperialista dos Estados Unidos, que cesse sua intromissão na América Latina e no Caribe. Buro Coordenador da FMJD Budapeste, 22 de Setembro de 2009

Campanha Salarial dos Metalúrgicos/SP

fonte: www.intersindical.org.br Mais de 10 mil metalúrgicos, da região de Campinas, cruzaram os braços nessa semana, reivindicando aumento real de salários 18/09/2009 Desde o último dia 14, o Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e região/Intersindical tem organizado paralisações, que já reuniram mais de 10 mil trabalhadores. Na segunda e terça os trabalhadores na Honda e Toyota, através de greve, conseguiram 10% de reajuste, o INPC, mais 5,35% de aumento real, além de avanços nas cláusulas sociais como a licença maternidade de 6 meses. Na quarta, cruzaram os braços os trabalhadores na Fox Conn e na Mahle, na quinta e sexta, os trabalhadores das 2 plantas na MABE e na sexta-feira também os operários na Valeo e na Benteler. Essas paralisações são demonstrações de que com organização e luta é possível garantir aumento real de salários e avanço nas cláusulas sociais. Já as direções da CUT e da Força Sindical, mais uma vez fizeram o jogo dos patrões, aceitaram a proposta de aumento real de 2% mais um abono de R$ 1500,00 pago uma única vez, proposta já recusada por metalúrgicos em greve das montadoras do Paraná. Com isso, abortaram a real possibilidade de uma greve geral em todas as montadoras do país. É lamentável a justificativa da direção do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo/SP para responder a diferença dos reajustes entre o ABC e Campinas. Dizem que os trabalhadores em Campinas conseguiram um reajuste maior porque os salários são menores. Na realidade os trabalhadores nas montadoras Honda e Toyota, desde que as empresas se instalaram na região, há 12 anos, têm através da mobilização permanente, portanto não só na data base, garantido aumento real nos salários. Já o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo tem feito acordos sucessivos de redução salarial, banco de horas e lay off nas montadoras, principalmente na Volks, o que tem levado os trabalhadores a sucessivas derrotas. À revelia das direções, os metalúrgicos em São José dos Pinhais, através da greve que durou 2 semanas, conseguiram um reajuste superior ao que defende a CUT e a Força Sindical, e no dia hoje, os metalúrgicos na GM de São Caetano se somaram as paralisações dos metalúrgicos na GM em São José dos Campos. A Intersindical é parte dessa luta. Somos 100 mil metalúrgicos, que enfrentaram a tentativa dos patrões em rebaixar salários e direitos logo no início do ano para saírem da crise. Somos 100 mil que estamos na luta por nenhum direito a menos e para avançar nas conquistas.